O cara é um tremendo "muralista", como se diz por aí afora, e também cria de Niterói, embora tenha passado certo tempo por Florianópolis e outras praias. Por várias vezes registrei seus trabalhos, os mais próximos, alguns deles do maior valor, até mais do que simbólico.
THIPAN estampa a resistência a que a beleza da arte nos induz. Por isso, a deixa pública, à vista, nas ruas, nas praças. Pena que as pessoas, a cidade e o tempo lhe (e nos) preguem peças: os imponentes tigres do muro do casarão derrubados pelo ataque de mais um prédio, o painel da Amazônia esboroado pelo trânsito e pelo tempo, o pássaro encoberto pelas garotas da loja ao lado (mas, depois, descoberta) etc.
Tudo bem, o importante é que #THIPAN voltou!
Saudades da família, dos amigos etc., e eu o encontrei substituindo um velho mural, ao lado da padaria: já preparado o muro, o "grid orgânico" já riscado, me explicou.
E, melhor, mostrou o rascunho no celular: vem aí, todo colorido, um brioso corcel, um glorioso cavalo!
Não reparei, o sol forte escurecia a tela, mas acho que alado...
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Dois dias depois, o cavalo (que não é alado) já lá estava, na pista do mural, ainda que ainda esquematicamente...


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