As calçadas são cheias de novidades, ou quase. Bem, desde que se olhe um pouco para baixo, mas com cuidado, nada de bater cabeça com poste...
Desta vez, uma folha impressa. Não uma folha jornalística, nem estava em São Paulo. Uma folha impressa a sol e chuva, pela pressão inevitável do tempo.
Uma folha natural, e casual, que, pelo jeito, veio de uma amendoeira ali pertinho. Tão natural que fez questão de cair ao lado de uma placa (digo, uma tampa) que registra a passagem, ali por baixo, de um gás, que é natural, também.
Naturalmente, fiquei em pé à frente dessa arte, para fazer a foto, e meus pés entraram na imagem. Podia lhes cortar tal insolência na edição da imagem, mas, sendo o tema aqui a arte casual, eles fincaram pé e ficaram...
É o que digo:
- Para mim, arte casual é assim.
- Ei, é assim ou é assada?, diria um duvidoso crítico.
- Ora, se fosse assada não seria casual!

De Luiz Rosati, via Whatsapp: "Uma beleza, Guina!
ResponderExcluirE o casual ainda se desdobra: na folha-balão (a gás?) que sobe; na poesia que parece assinar o quadro, na imagem invertida...