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| O voo da alga morta sob a força da água-viva - Foto: Guina Araújo Ramos - Florianópolis, 04/02/2013 |
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
[73] O voo da alga morta sob a força da água-viva
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
[72] A estrela no esgoto
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| A estrela no esgoto - Foto Guina Araújo Ramos, 2024 |
[71] Eu bem te via...
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| Bem te vi na antena - Foto Guina Araújo Ramos, Niterói, 2025 |
segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
[70] Após a tempestade, a luminosidade!...
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| Após a tempestade - Foto Guina Araújo Ramos, 2024 |
Vista do Rio de Janeiro (a partir de Icaraí, Niterói), foto centralizada na Praia do Flamengo, no final da tarde de uma nebulosa segunda-feira, dia 26/12/2024.
Às 17:52h, após a passagem da tempestade, o banho de luz, que vinha das montanhas do Maciço da Tijuca para a baía da Guanabara, se espalhava sobre a cidade.
Ao centro, cercado de luz, o prédio da Praia do Flamengo 200.
Da série Luzes Legais
segunda-feira, 22 de julho de 2024
[69] Sol de gelatina
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| Sol de gelatina - Foto: Guina Araújo Ramos - Niterói, 2024 |
Aqui
em casa, toda tarde o sol passa pela janela da área e, muito simpático,
se espalha pelo mármore pontilhado da pia da cozinha, isso todo dia, o
ano todo!
Recente, a mestre cuca da casa decidiu que a
sobremesa ideal passaria a ser gelatina. Tudo bem, só que ela só gosta
de abacaxi, e eu mais de frutas vermelhas, apesar dos corantes.
"Gelatina tem muito pouca caloria, não engorda!... Produz colágeno, é bom pra pele, pras unhas, pro cabelo"...
Eu,
fiel seguidor de suas novidades (e após pesquisar em causa própria),
arrematei: "sim, e previne dores articulares, artrose, osteoporose!",
que ando mesmo meio dolorido...
Sim, há mais de uma
semana que a gelatina passou a ser a sobremesa oficial (e a gente estava
mesmo exagerando nos docinhos), com apenas, às vezes, o reforço de um
tasco de chocolate.
Desta vez, ela fez a gelatina
depois do almoço e deixou esfriando em cima da pia. O sol apareceu,
certamente se sentindo em casa, e ficou ali brilhando na gelatina um
tempão. Tanto que, aparecendo na cozinha de passagem, dei o flagra!
Busquei
o celular, que está aí justo para esses momentos, e tratei de guardar,
quiçá para sempre, o nosso brilhante sol de gelatina.
Da série Luzes Legais




